ARTIS 2017

ARTIS 2017
XV Festival de Artes de Seia

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Reportagem na RTP

Reportagem sobre a ARTIS, que passou hoje na RTP - Portugal em Directo, no final da primeira parte do programa:


http://ww1.rtp.pt/multimedia/progVideo.php?tvprog=19455&idpod=

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Manifesto do nada


Sem Titulo: … ?

Sem Titulo: … ?, é o tema dado a esta performance de uma forma irónica, para que o observador possa tirar a suas conclusões, sobre como um jovem artista que lhe tenha sido atribuído a sua licença para produzir as ditas “obras de arte”, se sente numa sociedade feita de títulos, onde se terá de encaixar de uma outra forma, que não poderá ser como artista plástico, pois isso é o nome que se dá só aqueles que já deram provas de merecer esse titulo.

Mas ... para que chegue lá é necessário ter-se a oportunidade de poder dar essas provas. E haverá essas oportunidades?

“O mundo da arte pode tornar-se formalizado...”, “Tal formalidade é uma ameaça á frescura e á exuberância próprias da arte.” George Dickie

Contudo deve-se defender que a dita “obra de arte”, não venha a ser um objecto de vaidades de um determinado burguês, que exibe as suas cores a condizer com a indumentária da sua sala. “Quem compra um quadro apenas para cobrir uma mancha no papel de parede não vê a pintura como o padrão aprazível de cores e formas.” Jerome Stolnitz.

O jovem artista terá então de arranjar outras formas de se alimentar, para que não tenha de se prostituir intelectualmente, e deixar de lado a sua criatividade para ser um mero técnico de execução das ditas “obras de arte”.

Assim termina este Manifesto do nada, pensado no significado da obra de arte, e do papel do jovem artista para o mercado da arte.

Ricardo Cardoso, Posto de Turismo de Seia, 14 de Maio de 2010

sábado, 15 de maio de 2010

Performance de Ricardo Cardoso



A performance artística de Ricardo Cardoso, no Posto de Turismo de Seia, no blogue Artes Vivas, de Sérgio Reis,

AQUI

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Performance de Ricardo Cardoso no Posto de Turismo de Seia






O artista plástico Ricardo Cardoso, que tem uma Exposição individual no Posto de Turismo de Seia "Morro no altar de Mim", fará uma performance artística naquele espaço, esta sexta-feira, dia 14 de Maio, pelas 17:30 horas, convidando todos os interessados a assistir.

terça-feira, 11 de maio de 2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Venha à Festa das Artes, em Seia


O Município de Seia convida Vª. Exª. para a cerimónia de abertura da ARTIS 2010 – IX Festa das Artes e Ideias de Seia, que tem lugar no próximo dia 8 de Maio, pelas 21 horas, nas Galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia.

O Convite è extensivo ao concerto com o Grupo QUADRILHA, que terá lugar a partir das 22:30 horas, no Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.







QUADRILHA CONCERTO

Actividades Paralelas
CINETEATRO DA CASA MUNICIPAL DA CULTURA
Dia 8 22:30 Horas - QUADRILHA







Sinopse:
Depois de cinco álbuns editados “a falar de muitos contos e a contar muitas falas (…)” surge “Deixa que aconteça”, o primeiro álbum ao vivo da Quadrilha. O espectáculo que lhe deu origem foi o ponto de partida para a alegria e emoções já conhecidas e que fazem parte dos concertos que a Quadrilha apresenta. Misto de sonoridades inebriantes onde se destacam a voz, o violino, a concertina e as flautas, sobre uma base rítmica forte, a Quadrilha consegue aliar as melodias tradicionais à modernidade e sonoridade derivadas da "pop" – ouça-se “Levitação Azul” um dos novos temas.

Ficha Técnica / Artística
Luís Bento, Rechena, Amadeu, Nick, Sebastião (SEB)
Duração: 1:15H; Público: Todos; Tipologia: Música / Folck;
Entrada Livre



HUGO RODRIGUES CONCERTO

Actividades Paralelas

CINE-TEATRO DA CASA MUNICIPAL DA CULTURA
Dia 15 21:45 Horas - HUGO RODRIGUES CONCERTO


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Professor de profissão, na Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto do Instituto Politécnico da Guarda, instituição de ensino onde adquiriu a sua formação, Hugo Rodrigues é também compositor e músico.
Desde há muito tempo que a música e o espectáculo são uma constante actividade.


Começou o seu percurso musical quando frequentava o 11º ano de ensino secundário, e a partir daí as músicas foram surgindo e o desejo de expressar foi tomando forma. Participações em vários festivais de música - Festival RTP da Canção, 2001 e programas televisivos, como Sic 10 Horas com Fátima Lopes - foram uma ajuda preciosa para manter viva a “chama de música”. Os dias eram passados com a composição, produção e gravação das músicas originais que iam surgindo. As influências são muitas, escusando-se mencioná-las para evitar atropelos.
Neste concerto serão apresentadas algumas músicas originais, que Hugo Rodrigues compôs e produziu, para que nesta noite, cada um as leve como suas.




Hugo Rodrigues – voz e guitarra acústica
André Rodrigues – guitarra baixo
João Nogueira – bateria e programações
Zé Júlio – guitarra eléctrica
Tozé Novais – teclados e voz

http://www.myspace.com/hugorodriguesmusic

Entrada livre
A Abrir o Concerto de Hugo Rodrigues estará a Banda de Hip Hop Urban Spirit.




Existindo desde 2001, os Urban Spirit têm um estilo próprio com influências do movimento Nacional de Hip-Hop. As suas líricas são direccionadas para fazer alertas sobre a situação social em Portugal, sobretudo as que têm mais impacto e urgência de mudança na sociedade. Baseados nas suas referências, foram criando música, dentro do seu estilo, sempre com uma mente consciente, divulgando o seu trabalho nos media, e através de todos os amigos, os Urban Spirit, criaram com esforço uma marca que desde 2001 tem vindo a estar presente nos eventos musicais mais importantes da sua região.

A COISA

Actividades Paralelas
CINE-TEATRO DA CASA MUNICIPAL DA CULTURA
Dia 29 21:45 Horas - A COISA



Sinopse
Esta abordagem crítica à sociedade ocidental segundo uma visão redutora e multimédia, sob a perspectiva de faunos que se vão divertindo com a condição miserável inerente aos seres humanos, serve, friamente, a constatação de que a paixão, por vezes, é mesmo uma doença de ociosos.
A encenação acrescenta-lhe, como característica aglutinadora, a misoginia que o autor deixa entrever nos seus textos, direccionando-a para oligarquias religiosas que se gastaram durante séculos a perseguir e humilhar mulheres e homens fracos, manipulando-os e fazendo-os sentir-se, paradoxalmente, parte desse todo que sempre lhes esteve vetado.

Ficha técnica / Artística
Autor: António Luís Vaz Patto; Encenação e Direcção de Actores: José Silva Baptista; Interpretação: Ana Reis, Catarina Meireles, Daniela e Vanessa Simões, Tita Narciso, Hélder Correia, Luíz Morgadinho, Nuno Santos, Ricardo Sequeira; Cenografia: Colectivo das Caricas; Design gráfico: Luíz Morgadinho; Músicos: António Luís Vaz Patto, João Vieira; Música original: António Luís Vaz Patto, João Vieira; Sonoplastia: Luís Antero; Multimédia: Rui Tavares; Figurinos: Colectivo das Caricas

Entrada Livre


Rita Redshoes Concerto


Actividades Paralelas

CINETEATRO DA CASA MUNICIPAL DA CULTURA
Dia 6 21:45 Horas - RITA REDSHOES






Ao primeiro som, a voz de Rita Redshoes surpreende-nos. Os sapatos vermelhos tornam-na arrojada e mágica ao mesmo tempo: “Golden Era”, o muito aguardado disco de estreia, está finalmente nos escaparates, com edição pela Anjo da Guarda. “Dream on Girl”, foi a sua primeira afirmação (dada a conhecer pela colectânea “Novos Talentos – FNAC 2007”) e rapidamente prendeu o ouvido de quem a ouve, tendo sido nomeada como Canção do Ano pela rádio RADAR, e destacada por vários órgãos de comunicação social.


Ficha Técnica / Artística:
Rita Redshoes; Ana Rita Inácio, Filipe Monteiro, Luís Simões (Cebola), Paulo Borges, Rui Freire; Duração: 60 minutos; Tipologia: Música; Público: Maiores de 4 anos.

Bilhetes à venda



Luís Antero | Gravações de Campo | Field Recordings


Galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia

Podemos considerar os usos e costumes das gentes da Beira Serra, os seus saberes orais, as lendas de tempos imemoriais contadas pelas vozes da sabedoria popular, como produtos culturalmente endógenos?

A fauna e flora existente nas nossas serras, os rios, ribeiros e riachos que as enchem de vida cristalina, podem também ser considerados produtos culturalmente endógenos? Penso que sim!
Em Outubro de 2008, apercebendo-me pela 1ª vez que vários elementos ou cenários sonoros das zonas da Beira Serra e Serra da Estrela estavam a desaparecer (ou em vias disso acontecer), resolvi meter mãos à obra e documentar esses elementos.

Encontrei nas gravações de campo a forma ideal para essa documentação.

Assim, as minhas gravações de campo, de pendor essencialmente rural, visam promover e ao mesmo tempo preservar a memória fonográfica colectiva destas zonas do país. Este é um trabalho sempre inacabado…

A água dos rios, riachos, levadas, moinhos, roda, albufeiras; a fauna e flora abundantes destas zonas; a gente local, trabalhadora e humilde; a lavoura e trabalhos agrícolas; o som dos utensílios utilizados no campo; os chocalhos e campainhas utilizados pelo gado; as “caravelas” dos campos de cultivo; a matança do porco; o fabrico artesanal de enchidos e de queijo; as ambiências sonoras peculiares dos moinhos de água e de rodízio (activos ou não); a música de cariz (raiz) popular e etnográfica; etc., etc.
Tudo isto faz parte de um legado cultural, natural, ambiental e etnográfico únicos, que urge registar, preservar, promover e divulgar. Esta é a minha missão.

Luís Antero


sexta-feira, 30 de abril de 2010

Ricardo Cardoso

ARTISTA DE SEIA HOMENAGEADO
Exposição PINTURA
MORRO NO ALTAR DE MIM, Posto de Turismo


Nasceu em Seia no ano de 1982; Tem o curso de Artes e Ofícios da Escola Secundária de Seia e o curso de Conservação e Restauro de Madeiras – Arte Sacra, do Cearte em Coimbra.
Licenciado em Artes/ Desenho na Escola Superior Artística do Porto – Guimarães, trabalha em conservação e restauro. É sócio da Argo (Associação Artística de Gondomar), e membro da Artis (Associação de Arte e Imagem de Seia).
Relativamente a Exposições individuais, destacam-se: 2010 – Velha a branca, Braga; 2009 – Fabrica Braço de Prata, Lisboa; Espaço indiferente, Povoa de Lanhoso; 2008 - Restaurante Velho Minho, Povoa de Lanhoso; 2005 - Whisky Bar 2005, Prado; 2004 - Bar Conta Gotas em Seia; Posto de Turismo em Seia; Foyer do Espaço Internet em Seia; IPJ de Viseu; 2003 - Bar Nolimite em Seia; Bar Preto e Branco em Seia; Hotel de Gouveia; 2002 – Bar Conta Gotas em Seia; Posto de Turismo em Seia.
Participou igualmente em várias exposições colectivas:
2009 – Exposição de arte erótica, Gondomar. Exposição EXIT’09 Sociedade Martins Sarmento, Guimarães. 2008 - Exposição Aberta da Povoa de Lanhoso. 2007 - Exposição da Artis em Seia VI. Exposição no Castelo da Povoa de Lanhoso. Exposição Aberta da Povoa de Lanhoso. 2005 - Exposição da Artis em Seia IV. 2004 – Exposição da Artis em Seia III. Exposição de Artistas da Argo, Auditório Municipal de Gondomar. Exposição de Artistas Senenses, no Centro Cultural Casapiano, Lisboa. 2003 - Exposição da Artis em Seia II. 2002 - Exposição da Artis em Seia I. 7º Concurso de Arte Jovem naCasa D. Ana Nogueira em São Romão. 2001 - Exposição de artistas senenses III. Agiarte em Oliveira do Hospital. 2000 – Exposição de artistas senenses II. 1999 – Exposição de artistas senenses I. Prémios ou menções honrosas 2002 – Menção honrosa na área da pintura no 7º Concurso de Arte Jovem na Casa D. Ana Nogueira em São Romão.




Morro no altar de mim
Fernando Pessoa
“De que te serve o teu mundo interior que desconheces? Talvez, matando-te, o conheças finalmente…Talvez acabando, comeces…”

Este Projecto surgiu da ideia de egocentrismo, andar em torno de si, e a dado momento vai existir uma quebra, um sair de si que coincide com o momento em que se constrói conhecimento a partir do exterior.
Tal como menciona Jacques Bossuet “No Egipto, as bibliotecas eram chamadas ''Tesouro dos remédios da alma''. De facto é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras”. É partir deste conceito que se vai fundamentar o inicio da desindividualização do ser, Sidonie Collete “Conhecer aquilo que dele estava escondido é, para o homem, a embriaguez, a honra e a perda de si próprio”. Desta forma pretende-se questionar o acto criativo e qual a importância da intelectualização para que o artista possa criar a sua arte e deixar assim marcadas as suas experiencias.
O corpo neste trabalho apresenta-se como um factor importante da individualização do indivíduo, principalmente nos primeiros desenhos onde existe o cunho pessoal do ser que habita um determinado corpo, e ao eliminar determinados elementos que o caracterizam ele começa a ser desindividualizado. O corpo não é o mais importante, mas sim o que habita nele, é isso que mais interessa representar.
Através de 15 desenhos divididos em três painéis, onde o processo criativo passa pela auto representação, e a procura de uma representação corporal expressiva, vai-se dando inicio ao processo de libertação, individualização, desindividualização e intelectualização do ser.
Afinal qual o peso do nosso corpo naquilo que somos?
É um projecto que visa questionar o que somos e a introspecção que fazemos de nós próprios.


José Carlos Calado

ARTISTA DE SEIA HOMENAGEADO
Exposição FOTOGRAFIA
ONDA DE PATRIOTISMO, Edifício da Câmara Municipal

José Calado nasceu em Tortozendo, Covilhã, em 1962 e reside em Seia.
Participou em vários cursos e workshops de fotografia, com destaque para o primeiro workshop profissional Fuji Film (Lisboa) e o curso de aperfeiçoamento da impressão a preto e branco, na ARCA (Coimbra) e frequentou a ETIC (Escola Técnica de Imagem e Comunicação, Lisboa).
Co-fundador da Associação de Arte e Imagem de Seia.
Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional há 20 anos, praticando actualmente a fotografia de autor, encontrando-se já no circuito das exposições de fotografia. Realizou reportagens fotográficas na Hungria, Marrocos, República Checa e Roménia.
Trabalhos seus ilustram vários livros.
Exposições individuais: “Degraus do Tempo” (Winterthur Seguros, Seia); “Rostos de Gente” (Casa Municipal da Cultura, Seia), entre outras.
Tem participado em várias edições da ARTIS. Este ano, os artistas de Seia prestam-lhe uma singela homenagem na edição da ARTIS, e que coincide com uma exposição individual nos Paços do Concelho.


Patriotismo


Acácio Carvalho

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura


Curso de Artes Plásticas da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Mestrado em Cenografia pela Universidade de Boston, E.U.A.

Professor Adjunto na Área de Artes e Ofícios da E. S. E. do Instituto Politécnico do Porto. Participou desde 1965 em mais de meia centena de produções teatrais, como actor, encenador e principalmente como cenógrafo.

Participou em inúmeras exposições colectivas. Últimas exposições e projectos individuais: 2008- “Sácoras”, escultura em madeira e ferro, Jardins do do Monte Aventino, Porto, 2008; Instalação Video, “Convoca Espíritos” na Galeria Esteta 7 / Por Amor à Arte, Porto, 2008; baixo-relevo em fibra de vidro, 27 m x 4,80 m x 1,25m, numa empena do Hotel Maianga, Luanda, Angola, 2008; Exposição de Pintura na Galeria Arte no Cais, Porto, 2009; Exposição de Fotogravuras no Centro Nacional de Fotografia de Torre La Vega, Espanha, 2009; Exposição de Fotogravuras, “Página Seguinte” na Galeria El Torco, Suances, Espanha, 2010.

Foi distinguido com vários prémios e menções honrosas, em 1981 (SOPETE, Póvoa de Varzim), 1985 (1º prémio de Pintura), 1999 (Menções Honrosas de Desenho e Pintura) e 2001 (Prémio Aquisição na XI Bienal de Cerveira).



Acrílico s/ Fibra de Vidro modelada e montada em alumínio lacado


Ana Maria

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura



Nasceu em Lisboa em 1959.

Licenciada em Filosofia.

Participa em exposições colectivas desde 1980, algumas delas no estrangeiro como “ A Itinerância da Arte Portuguesa” - Japão em 1998, Bienal de Cerveira – Área Panorâmica (Tui, Galiza, 2009), pintura em cerâmica (Avilez, Espanha, 2009.

Foi premiada diversas vezes, a última das quais em 2005 com o Prémio Amadeo de Souza Cardoso.
Para além da actividade de pintora tem participado em projectos na área do teatro e da performance e organizado eventos de carácter multidisciplinar (música, pintura, vídeo). Dinamiza um blogue “ associação para a defesa do património afectivo” com o objectivo de divulgar a criatividade em diversas áreas artísticas.

Últimas exposições individuais (selecção): Mais Vale Mudar O figurino Do Que morrer Nas mãos do Encenador (Galeria S. Mamede, Lisboa, 2007); Retratos para o Sedutor ou o Demolidor de Retratos (Galeria S. Mamede, Porto, 2008); The Lady A Pintura E O JAZZ (BFLAT, 2009); Apresentação de “imagens animadas” na Cadeira de Van Gogh (2009).

Currículo desenvolvido e texto crítico em:
http://pintoraanamaria.blogspot.com/





Dalila D' Alte


ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura





Licenciada em Pintura e Doutorada em Ciências da Arte pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa.

Conferencista e autora de várias publicações no âmbito da Educação Artística e História da Arte, foi colaboradora permanente do C.A.I. / Fundação Gulbenkian, Lisboa (1985-1999) e colaboradora no C.A.M /F.C.G. (1996). Integra os Corpos Gerentes da Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa, desde 2002.

Monitora de Serigrafia na Escola Superior de Belas-Artes do Porto (1977-81) e Professora no Centro de Formação RTP (1993/94/95), colabora nos Núcleos de Educação Artística / doutoramentos da Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa (2010). Foi recentemente convidada a leccionar na Escola Superior Gallaecia, Vila Nova de Cerveira, no ano lectivo de 2010-2011.

Expõe desde 1978. Participou em diversas exposições colectivas e projectos, entre os quais: “David de Almeida, Isabel Laginhas, Eurico Gonçalves e Dalila d’ Alte” (Galeria Adjectivo, Santarém, 1996); Painel Colectivo / Homenagem a Fernando Pessoa (Espaço «Mar Português», Lisboa, 1999); 6ª Bienal de Artes Plásticas / “Prémio Vespeira”, Montijo, 1999); Painel Colectivo comemorativo do 25 de Abril (Vila Nova de Cerveira, Abril de 2009).

Últimas exposições individuais: Instituto Irene Lisboa (Lisboa, 1993); galeria do Departamento de Cultura do SPGL. (Lisboa, 1998).


S/ titulo


Eurico Gonçalves

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura





Nasceu em Abragão, Penafiel, em 1932.

Pintor, Professor / Formador e Crítico de Arte, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte e do Conselho Técnico da Sociedade Nacional de Belas Artes.

Surrealista desde 1949, escreveu e ilustrou textos surrealistas e publicou artigos de divulgação de Arte Contemporânea e estudos sobre a Expressão Livre da Criança, o Dadaísmo, o Zen e a Pintura-Escrita. Em 1972, prefaciou uma importante exposição de pintura de Henri Michaux, na Galeria S. Mamede, em Lisboa.

Menção Honrosa do Prémio da Crítica de Arte Portuguesa / Soquil (1971). Prémio de Pintura Almada Negreiros / Fundação Cultural Mapfre Vida (1998). Grande Prémio, Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira (2005).

Expõe individualmente desde 1954 e participou em exposições colectivas de grande importância e projecção internacional: Bienal Internacional de Desenho Lis´79 (Lisboa, 1979); Festival Internacional de Pintura (Cagnes-Sur-Mer, França, 1980); XVII Bienal Internacional de S. Paulo (Brasil, 1983); Um Rosto para Fernando Pessoa (C.A.M. / Gulbenkian, 1985); Le XX.ème au Portugal (Bruxelas, 1986); III Exposição Gulbenkian, (Lisboa, 1986); A Teatralidade na Pintura Portuguesa (F. C. Gulbenkian, Lisboa, 1987); Arte Portuguesa Contemporânea (Osnabrück, Alemanha, 1992); Primeira Exposição do Surrealismo ou Não, Galeria S. Mamede (Lisboa, 1994); Desenhos dos Surrealistas em Portugal (Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto, 1999); Bienais de Cerveira (Vila Nova de Cerveira, 1978 a 2005); Bienais Prémio Amadeo de Souza-Cardoso (Museu Municipal de Amarante, 1997-1999-2001-2003-2005); Olhares e Escritas na Arte Portuguesa desde 1960 (Galeria do Palácio, Porto, 2003).

Prefaciaram exposições suas algumas personalidades ligadas ao Surrealismo, como Mário Cesariny (1954 e 1970), Cruzeiro Seixas (1983), José-Augusto França (1994 e 2000), Ernesto Sampaio (1999), os poetas visuais Ana Hatherly (1968), Ernesto de Melo e Castro (1978), para além de destacados críticos de arte e ensaístas, que reconhecem a influência do Surrealismo e do espírito Zen na obra de Eurico Gonçalves.

Currículo desenvolvido em
http://www.euricogoncalves.blogspot.com






Põe quanto és no mínimo que fazes

Franco Charais

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura


Nasceu no Porto em 1931.
General reformado do Exército Português, integrou o movimento de Capitães de Abril em 1974 e colaborou na redacção do Programa do Movimento das Forças Armadas.
Pintor autodidacta. Membro da Sociedade Nacional das Belas Artes.
Expõe desde 1995. Participou em diversas exposições, nas galerias municipais de Albufeira, Aveiro, Beja, Carvoeiro, Coimbra, Évora, Faro, Lisboa (Padrão dos Descobrimentos, Cervejaria da Trindade, Museu Militar, Associação 25Abr, Galeria Chiado d´Arte), Lagos, Loulé, Parede, Portalegre, Portimão, Porto, Guimarães, Setúbal, Santo Tirso, Sesimbra, Sintra, Silves, Vila Real, Vilamoura, Viena (Áustria), Boston (EUA), Bona (Alemanha) e colectivas na Sociedade Nacional das Belas Artes, na ANAP, em Palos de La Fronteira e Valência (Espanha), em Lourdes e Angoulême (França), no Japão (Okinawa) e Barcelona (V Salão Internacional de Artistas Contemporâneos Independentes).
Pintor Convidado de Honra no 1º Salão de Artes Plásticas de Angoulême, França, 2001.
Autor do livro “ O Acaso e a História. Vivências de um Militar” (Ancora Editora, 2005).
Currículo desenvolvido em
http://www.montradarte.com/
http://www.francocharaispintor.blogspot.com/

S/ titulo

Henrique do Vale

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura



Nasceu em Malange, Angola, em 1959.

Curso Superior de Pintura da E.S.A.P. Curso Superior de Design Industrial da E.S.A.D. Mestrado em “Art, Craft & Design Education” 2004 na Universidade de Surrey Roehampton – Londres. Estágio de Litografia/Gravura na Academia de Belas Artes de Liége. Participação em workshops de Cerâmica e Gravura em Portugal e Espanha.

Comissário do Atelier de Pintura nas Bienais de Arte de Cerveira.

Expõe desde 1990. Participou em numerosas exposições colectivas, as últimas das quais: “ARTEXPO INTERNATIONAL” (Nova York, 2008); 1ª Bienal de Arte do Montijo (2008); XV Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira (2009) e ”Presépios – Diferentes Olhares” – Galeria Jornal de Notícias (Porto, 2009).

Últimas exposições individuais: Galeria AMI (Porto, 2007); Galeria Arte No Cais (Porto, 2007); “Onde há Luz há Sombra” – Galeria IKON (Braga, 2007); “O Dia da Criação” – Sala de Exposições do Município do Porto Santo (2008); “ Vidas Atrevidas “ – Galeria Ikon (Braga, 2009).

Distinguido com vários prémios, menções honrosas e distinções especiais em Portugal, Espanha (Santiago de Compostela) e Bélgica (Antuérpia).

Ícaro

ARTISTA CONVIDADO

Galerias da Casa Municipal da Cultura

Nasceu no Porto em 1960.
Curso superior de Artes Plásticas iniciado na Escola Superior de Belas Artes do Porto e concluído em 1986 na Escola Superior de Belas Artes de Toulouse, França -obtendo o D.N.S.E.P. mention Art (diplôme National Superieur d’Expression Plástique). Expõe desde 1984, tendo participado em diversas exposições colectivas da Cooperativa Árvore, Bienal de Cerveira, Câmara Municipal do Porto, Bienal Europeia de Gravura (Mulhouse, França) e promovidas por galerias de arte.Realizou exposições individuais em Portugal e França, as últimas das quais: “…do canto do fado…” – galeria Nazoni (Porto, 2005); “ Aguarelas ” no atelier (Porto, 2006); ”EX-MACHINAE ” galeria AMIarte (Porto, 2008); "EX-MACHINAE II" galeria ARTE NO CAIS (Porto, 2008/2009).
Segundo Rui Mascarenhas, “O trabalho do Ícaro é a prova de que é ainda possível criar novas formas materiais, novos códigos de enunciação, novos modos de agir. (...) A construção de acoplagens permite a Ícaro libertar a Vida, activa e contemplativa, na identidade processual e performativa entre produção e produto. (...) O sujeito desaparece no processo, não precede sequer o processo: está em processo, em construção.”

Currículo desenvolvido em
http://www.ex-machinae.blogspot.com/www.artmajeur.com/icaro



Manuela Bronze

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura

Nasceu em Moçambique em 1955.

Curso de Artes Plásticas da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Master of Fine Arts in Costume Design, Boston University Schooll for Theatre Arts, USA. Estágio em Gravura e Litografia na Académie Royale de Beaux-Arts em Liége, Bélgica.

Professora Adjunta no departamento de Teatro da Escola Superior Música, Artes e Espectáculo, do Instituto Politécnico do Porto. Desenvolve actualmente investigação no âmbito de um programa da Universidade de Vigo, Espanha. Co-fundadora do Grupo Série/Oficina de Artistas Impressores, em 1980.

Expõe desde 1974, mais regularmente desde 1977, com cerâmica, desenho, pintura, gravura e serigrafia, em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente em França, Bélgica, Moçambique, Brasil e Espanha.

No Design de Figurinos, tem trabalhado para o Teatro, Ópera, Bailado e Cinema.

Últimas exposições individuais: ”A Pele da Personagem”, Exposição de Design de Figurinos - Cooperativa Árvore, Porto, 1999, e Forum Cultural de Ermesinde, 2001; “Cromos sem Cartilha” – na Galeria Municipal de Alhandra e na Esteta Galeria, Porto, 2002; “Muito”, Instalação na galeria Esteta 7/Por Amor à Arte, Porto, 2005.






Série quotidiano obrigatório

Sofia Barreto

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura



Nasceu em Lisboa em 1979.

Desde jovem que se dedica às Artes em geral, dança clássica e moderna, desenho e pintura artística. Estudou dança pela Royal Academy of Danse, dos 4 aos 18 anos, e Design Industrial em Cardif, tendo concluído o curso em Lisboa, na Universidade Lusíada. Foi aluna de Stela Barreto em Desenho e Pintura Artística.

Membro da Associação INICIARTE, encontra-se envolvida no projecto QUADRADODARTE, pintura em pequeno formato, e a desenvolver outros trabalhos de pintura artística e decoração de interiores.

É representada pela Galeria Arte Algarve em Monchique, pela Montradarte em Portimão e pela Galeria StudieKunst em Ubbergen na Holanda.

Participação em exposições colectivas: ArteAlgarve I e II; Galeria de Arte Contemporânea Zem Arte, S. Brás de Alportel (com Stela Barreto), 2010. Prémio D. Fernando II - Sintra, 2010.

Exposições individuais: “Ecos de Alma” - Galeria Municipal D. Dinis, Estremoz, 2009; Pousada de Condeixa, 2010.

Curriculo desenvolvido e fotos em:
http://sofiabarretoart.blogspot.com/
http://montradarte.blogspot.com




S/ titulo

Stela Barreto

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia



Nasceu em Portimão em 1952.
Estudos da escola espanhola de Desenho e Pintura Artística e um Curso de Artes da Escola António Arroio em Lisboa. Foi aluna de Jean René Thellier, Carlos Lança e teve o apoio crítico do mestre Fernando Azevedo.

Membro da Sociedade Nacional de Belas Artes e fundadora da Associação INICIARTE, com sede na Casa das Artes em Portimão, onde lecciona Desenho e Pintura.

Tem exposto individual e colectivamente em galerias em Portugal, França, Áustria, Alemanha, EUA, Finlândia, Espanha, Japão e em Barcelona no V Salão Internacional de Artistas Contemporâneos Independentes, 2001. Fez parte do encontro internacional de artistas plásticos da Unitas Humana na UNO City em Viena de Austria no ano 1999. Foi seleccionada para o tour das capitais europeias do BAZARART Internacional nos anos 2003 e 2004. Participou na Feira Arte Algarve em 2009. Foi a artista portuguesa convidada para participar no Calendário do Advento da BMW.

Recebeu vários prémios e menções honrosas em Portugal e Espanha, entre os quais o 1º Prémio de Pintura do INATEL (Lisboa, 2006) e o 1º Prémio no concurso Lucena Punto de Encuentro (Córdoba, Espanha, 2007). Em 2009, foi homenageada pela Câmara Municipal de Portimão.

Currículo desenvolvido em:

http://stelabarretopintora.blogspot.com
http://montradarte.blogspot.com






S/ titulo

Xico Lucena

ARTISTA CONVIDADO
Galerias da Casa Municipal da Cultura

Nasceu em Olsberg – Alemanha Ocidental, em 1966.
Em 1983, começou a esculpir em granito, que combina frequentemente com ferro, madeira e outros materiais.

Participou em várias exposições colectivas e certames internacionais de escultura em Portugal, Espanha, Luxemburgo, Suíça e Noruega, e realizou diversas exposições individuais, as últimas das quais: Escultura Urbana – Loures; Salão Internacional de Artes Plásticas - S. João da Madeira; Arte no Morrazo - XV Colectiva de Pintura e Escultura – Cangas – Espanha; Exposição colectiva – Stavanger, Noruega; Galeria do Chiado – Lisboa; Galeria “Rectroverso” – Luxemburgo; Exposição “Conexão entre povos” – Centro de Cultura e Congressos ; Galeria da Biblioteca Municipal Macedo Pinto – Tabuaço; Exposição Itinerante Individual de Escultura Urbana – Maia, Lamego, Meda, Celorico, Universidade de Aveiro, Arouca, Penafiel; Ordem dos Médicos – Porto.

Foi distinguido em 2007 com o 1º Prémio de Escultura no XII Certame. Concello de Cangas – Espanha

Outras Intervenções e Obra Pública: Museu do Vaticano – Itália; Câmaras Municipais de Jacou – Montpellier, França, Paul – Cabo Verde, Ílhavo, Castro Daire, Vila Nova de Paiva, Sernancelhe, Águeda, Moimenta da Beira, Vila Pouca de Aguiar, Lamego, Peso da Régua; IPG de Viseu, Villas de Sesimbra; RTP Porto; Casa da Beira Alta – Rio de Janeiro, Brasil; Casa de Viseu – Rio de Janeiro, Brasil; Edifício do Ministério das Finanças – Viseu; Heliflex, Tubos – Ílhavo; Hospital Distrital de Viseu; Centro de Artes – Sernancelhe. Simpósios de escultura em S. João da Madeira, Viseu, Câmara de Lobos – Ilha da Madeira, Vila Pouca de Aguiar, Vila Verde, Sernancelhe, Morges – Suíça, Brilon – Alemanha, Coimbra, Santiago de Compostela – Espanha, e Massamá.

Curriculo desenvolvido em
http://xicolucena.com.sapo.pt/


Sem titulo

Xico Melo


PINTURA

“Xico Melo” é o pseudónimo de Francisco Dias Mota Veiga, nascido em 1935 (Seia).
Foi empregado de escritório na EDP e estudou no Colégio Dr. Simões Pereira em Pintor autodidacta, considera-se um amante das artes plásticas cujo gosto recebeu em Coimbra com o pintor José Contente.
Expôs pela primeira vez em Seia, em 1982, nas festas da vila. Daí para cá tem efectuado muitas exposições, quer em Seia quer na região.
Nos últimos anos tem participado sempre em todas exposições colectivas de artes plásticas realizadas em Seia (“Artistas Senenses” e “Artis” com óleos, aguarelas, pastel e técnicas mistas. Em 2005, os artistas de Seia prestaram-lhe uma homenagem no âmbito da ARTIS IV.

Capela da Srª. do Desterro



Tânia Antimonova


PINTURA

Nasceu em Vitebsk, Bielorússia em 1968 e reside em Seia desde 2002. Frequentou a escola de ARTE entre 1978 e 1985 e a Universidade Pedagógica Faculdade de Arte de Vitebsk, entre 1985 e 1990.
É professora de pintura, desenho, composição e arte decorativa. Participa em Exposições desde 2002, entre elas, várias edições da ARTIS.
Campo de papoilas


Susana Wessling

PINTURA




Susana Wessling, natural de Seia, frequentou a Escola Secundária de Seia no agrupamento de artes visuais e está actualmente a frequentar o primeiro ano da licenciatura de Pintura na faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.





Blue velvet

Sérgio Reis

PINTURA



Nasceu em Lisboa em 1958, reside em Seia. Formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto (actual FBAUP). Co-fundador da Associação de Arte e Imagem de Seia.
Organizou os Encontros de Arte’93 em Seia, a Exposição Nacional de Desenho – Prémio Tavares Correia (1996), a I Exposição Internacional de Arte Postal sobre Cinema e Ambiente (CineEco’99, Seia, 1999), as I e II Exposições Colectivas dos Artistas Senenses (1999, 2000) e as ARTIS - Festa das Artes em Seia I, II, III e IV (2001 a 2004). Em Maio de 2008 foi homenageado na ARTIS 7 – Festa das Artes e Ideias em Seia e em Julho do mesmo ano, recebeu a Campânula de Mérito Cultural Municipal, atribuído pela Câmara Municipal de Seia.
Em Dezembro de 2009, foi distinguido com o Prémio Município de Oliveira do Hospital na AGIRARTE 12 (Oliveira do Hospital e Tábua).

Publicou os livros de poesia “O Muro Atrás das Costas” e “Os Lugares Oscilantes”. Representou Portugal no projecto “SOS Poesia” (Veneza, 1993).
Participou em diversas exposições colectivas de desenho, pintura, cerâmica e arte postal em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Itália, Alemanha, Suíça, Holanda, Japão, EUA, Canadá. Expõe individualmente desde 1987.






Grandes transparentes


Sérgio Martins

PINTURA




Sérgio Martins nasceu em Coimbra em 1992. Reside em São Romão, Seia.
Actualmente finaliza o curso de 12º ano de Artes Visuais no ensino da Escola Secundária de Seia.
Exposições colectivas: Exposições de Artes da Escola Secundária de Seia (2008, 2009 e 2010).


Anatomia